Sei do teu medo. Conheço por dentro esse labirinto de inseguranças e a busca incessante por um chão seguro. Também eu procuro nos outros o que me falha, o que por azar não me corre nas veias, aquilo que a natureza, os astros ou a sina não deixaram que fizesse parte do meu destino.
Sei do coração partido. Dos mil pedaços que és obrigado a procurar, sozinho, encaixando peça por peça até que to partam mais uma vez. Sei do pessimismo, das noites em claro a pensar que nunca nada muda, das lágrimas que deixas na almofada porque mais ninguém precisa de saber nada sobre ti.
Compreendo a desconfiança. O pé sempre atrás, à espera da próxima queda. O olhar descomprometido com o mundo, a fraqueza dos músculos, a incapacidade de usar o corpo e sair à rua. E ainda assim, erguer da cama o esqueleto enferrujado para que o sol brilhe mais uma vez.
Sei das madrugadas de folia, dos olhares furtivos, da esperança num amanhã melhor. Sei do carácter fugidio, das desculpas pouco coerentes para não deixar…
Sei do coração partido. Dos mil pedaços que és obrigado a procurar, sozinho, encaixando peça por peça até que to partam mais uma vez. Sei do pessimismo, das noites em claro a pensar que nunca nada muda, das lágrimas que deixas na almofada porque mais ninguém precisa de saber nada sobre ti.
Compreendo a desconfiança. O pé sempre atrás, à espera da próxima queda. O olhar descomprometido com o mundo, a fraqueza dos músculos, a incapacidade de usar o corpo e sair à rua. E ainda assim, erguer da cama o esqueleto enferrujado para que o sol brilhe mais uma vez.
Sei das madrugadas de folia, dos olhares furtivos, da esperança num amanhã melhor. Sei do carácter fugidio, das desculpas pouco coerentes para não deixar…