Revolta-me a teoria inútil em que te baseias para falar da vida, como se o mundo te coubesse nas mãos e o coração te saltasse do peito sempre que te esforças mais um pouco.
Estás a ficar cego, meu caro. Os olhos não servem só para complementar o rosto, há que olhar e ver, observar e esperar, tentar e desistir, até que a visão deixe o foco turvo em que se apresenta, dentro de parâmetros que não deixam de ser normais, visto que abriste os olhos para o mundo à tão pouco tempo.
Começas a confundir-te na sociedade, misturas-te com a outra metade, dás ouvidos a uns quantos falhados, e quando dás por ti, estás a ser como eles, a andar tipo eles, a comer, a vestir e a sorrir como eles. Os falhados são uma praga infinita neste mundo, tropeçam vezes sem conta no mesmo obstáculo, voltam atrás, andam para a frente, rodam em volta da nossa cintura, e quando damos por eles já estão enrolados connosco, numa cama ou num sofá qualquer, a discutir banalidades políticas e uns quantos afins desnecessários ao amor, à tórrida paixão que nenhum dos dois sentiu, ao companheirismo e às tardes de filmes lamechas, só para deixar o tempo passar.
Raras são as vezes em que percebo quem és, o que fazes realmente aqui, pois não te conheço objectivos, apenas sonhos, e não deixo de acreditar que o único lugar onde os sonhos e os homens se podem encontrar é no coração das mulheres, e tu pareces viver num coração enorme, que te evolve e te deixa respirar, como uma bolha de oxigénio, que te priva da vida real, do chão árduo que todos os outros pisam, do sol e das manhãs de chuva que toda a gente enfrenta, menos tu.
É isso que te distingue dos falhados, a capacidade de te elevares tão alto, a ponto de não conseguires cair. E é isso que invejo em ti, a louca vontade e quase inconsequente mania de quereres tudo à tua maneira, debaixo da tua asa, dentro da tua bolha e do teu corpo, acreditando sempre que tal é possível.
Estás a ficar cego, meu caro. Os olhos não servem só para complementar o rosto, há que olhar e ver, observar e esperar, tentar e desistir, até que a visão deixe o foco turvo em que se apresenta, dentro de parâmetros que não deixam de ser normais, visto que abriste os olhos para o mundo à tão pouco tempo.
Começas a confundir-te na sociedade, misturas-te com a outra metade, dás ouvidos a uns quantos falhados, e quando dás por ti, estás a ser como eles, a andar tipo eles, a comer, a vestir e a sorrir como eles. Os falhados são uma praga infinita neste mundo, tropeçam vezes sem conta no mesmo obstáculo, voltam atrás, andam para a frente, rodam em volta da nossa cintura, e quando damos por eles já estão enrolados connosco, numa cama ou num sofá qualquer, a discutir banalidades políticas e uns quantos afins desnecessários ao amor, à tórrida paixão que nenhum dos dois sentiu, ao companheirismo e às tardes de filmes lamechas, só para deixar o tempo passar.
Raras são as vezes em que percebo quem és, o que fazes realmente aqui, pois não te conheço objectivos, apenas sonhos, e não deixo de acreditar que o único lugar onde os sonhos e os homens se podem encontrar é no coração das mulheres, e tu pareces viver num coração enorme, que te evolve e te deixa respirar, como uma bolha de oxigénio, que te priva da vida real, do chão árduo que todos os outros pisam, do sol e das manhãs de chuva que toda a gente enfrenta, menos tu.
É isso que te distingue dos falhados, a capacidade de te elevares tão alto, a ponto de não conseguires cair. E é isso que invejo em ti, a louca vontade e quase inconsequente mania de quereres tudo à tua maneira, debaixo da tua asa, dentro da tua bolha e do teu corpo, acreditando sempre que tal é possível.
só não sejas ingénuo, isso é coisa de falhados.
PERFEITO, SÓ DIGO ISSO!
ResponderEliminarestá lindo, como todos os outros que li (:
ResponderEliminarBem disseste tantas palavras. muita gente deveria ler isto para ver se acordavam.
ResponderEliminarAdorei o texto :D
ResponderEliminarbjo
ainda bem que te riste :)
ResponderEliminaramo o teu blog, estou a seguir-te *-*
ResponderEliminarSo duas palavras. Bru-tal!
ResponderEliminarDuas palavras Bru-tal
ResponderEliminarDuas palavras. Bru-tal
ResponderEliminarobrigada, amo totalmente a maneira como escreves :)
ResponderEliminarestá perfeito querida *
ResponderEliminarsigo-te :)
isto já faz 6 palavras -.-
ResponderEliminarNope nao chegaste a ver acho.
ora essa, obrigada eu :)
ResponderEliminarEstá lindo querida (:
ResponderEliminarés um amor, pequenina!
ResponderEliminaradorei adorei adorei
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