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personagens

Depois de uns dias a ignorar a tua presença, a fazer de conta que tenho o coração mais saudável do mundo e a fingir que não padeço de nenhum trauma relacionado com amor, sinto-me exausta. 
 A verdade é que o medo me assalta vezes se conta, das mais variadas formas e feitios, encara personagens nunca vistas e esconde-se nos sentimentos mais inocentes, inquietando-me quando estou longe de ti. 
 Fácil será para a tua pessoa pensar que te engano, que te aldrabo os pensamentos só para te ter por perto, que te quero porque me falta sempre algo dentro do peito, porque o passado me atormenta sempre que dou um passo em falso, idealizando tu, que nunca serei capaz de seguir em frente. 
Enganas-te aí, tal como erras em quase todas as teses que fazes a meu respeito, pois chego agora à conclusão que não fazes a mínima ideia do que para aqui vai, dentro da descontrolada e inconsequente máquina bombeante que possuo. Na tua cabeça, constróis filmes menos simpáticos à cerca de histórias que nunca leste, com discursos que não sabes interpretar, baseado nas precipitadas e inúteis conclusões que tiras sempre. 
 Cansa-me sinceramente o impulso característico do teu coração, o sangue a altas temperaturas que te escorre pelo corpo, a insuportável mania que tens de querer saber tudo, mesmo quando não sabes nada. 

nunca estiveste longe de mim, na verdade, guardo-te perto, tão perto que nem te dás conta,
sabes bem

 
 

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