Lá no fundo da minha alma, ainda procuro o teu coração. Os corações são como fósseis do passado: agarram-se firmemente aos calhaus imensos suspensos no nosso corpo, deixam a marca e ficam também eles marcados pela erosão do esquecimento.
Nas gavetas espalhadas pela casa onde habitaste, ainda existe vestígios do cheiro a mel que te perseguia, porções de magia esquecidas num dia de maior barafunda, que a poeira cobre e o tempo consome, sem dó.
Não lamento a imensidão do espaço entre os nossos corpos, o meu lugar nunca foi contigo, embora sempre me prendesse a ti como uma âncora teimosa. E tendemos sempre a amar o que nos mata, morrendo de desejo, sufocados pela paixão avassaladora que no fim de tudo, nunca foi muito além do capricho.
Não lamento a imensidão do espaço entre os nossos corpos, o meu lugar nunca foi contigo, embora sempre me prendesse a ti como uma âncora teimosa. E tendemos sempre a amar o que nos mata, morrendo de desejo, sufocados pela paixão avassaladora que no fim de tudo, nunca foi muito além do capricho.
Amar-te não era fácil mas lidar com a tua falta de amor era bem mais doloroso. E foi por isso que icei a bandeira e declarei paz, acabando com o frenesim incessante que era a minha vida contigo no meio, a fazer tremer as minhas pernas e a apertar-me o peito com a intensidade que eu reconheceria sempre, a milhas de distância.
Mesmo assim, trouxeste à minha vida algo tão poderoso e tão puro, envolto em sinfonias loucas e noites sem sono, algo a que chamo força, a força do amor.
Mesmo assim, trouxeste à minha vida algo tão poderoso e tão puro, envolto em sinfonias loucas e noites sem sono, algo a que chamo força, a força do amor.
Devolvo-te as palavras Alexandra :)
ResponderEliminarque bonito querida :)
ResponderEliminarque bonito querida :)
ResponderEliminaradorei o texto*
ResponderEliminargostei muito do texto
ResponderEliminaradorei <3
ResponderEliminarmuito obrigada alexandra *.*
ResponderEliminarobrigada meu bem, de coração. obrigada! mas nãos sei mesmo que fazer. obrigada <3
ResponderEliminare deixa-me que te diga que adoro sempre os teus textos*
Fantástico !
ResponderEliminaradorei ! :)
ResponderEliminarque bonito alexandra *o* "e tendemos sempre a amar o que nos mata(..)", adorei.
ResponderEliminarthanks :)
ResponderEliminargostei muito. vou seguir*
ResponderEliminarohm, muito obrigada :)
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